Como diminuir o valor da parcela do consórcio: veja 5 formas
Se você planeja entrar em um consórcio ou já faz parte de um, deve ter pensado sobre a possibilidade de reduzir o pagamento em algum momento para facilitar seu controle financeiro sem perder a carta de crédito.
Mas como diminuir o valor da parcela do consórcio? Para ajudar você nesse planejamento, veja as 5 formas mais comuns?para que consorciados reduzam as mensalidades do serviço e consigam realizar seus sonhos sem atrapalhar as contas no fim do mês. Continue a leitura!
1. Parcela reduzida até a contemplação
Antes de mais nada, é preciso deixar claro que, por mais que existam formas de reduzir as parcelas de um consórcio de casa ou carro, por exemplo, o montante total a ser pago ainda vai ser o mesmo da carta de crédito descrita em contrato — a não ser em casos raros que haja uma alteração para todos os consorciados do grupo.
Ou seja, reduzir parcelas não significa reduzir o valor a ser pago. O que existem são algumas ferramentas para que você adiante ou atrase percentuais de pagamento para ter um respiro em momentos mais difíceis.
Um exemplo disso é o mecanismo de valor da parcela reduzida até a contemplação. Neste caso, o consorciado pode optar por uma contribuição menor que o valor total das prestações, como 70%, 50%, etc.
Ao ter sua carta de crédito sorteada, as parcelas seguintes voltarão a ter o valor integral acrescidos dos descontos que você teve até o momento.
Mas para quem seria ideal essa opção? Ela é especialmente interessante para quem conta com o consórcio como uma futura fonte de renda.
Por exemplo, se a pessoa pretende trabalhar como motorista, pode entrar em um consórcio de carro e solicitar a redução das parcelas.
Quando for contemplada, ao usar a carta de crédito para adquirir seu veículo, terá a renda do trabalho para terminar de quitar o contrato.
2. Opção por uma carta de crédito menor
Fora o modelo de parcelas reduzidas, a única maneira de pagar menos ao longo do contrato é quitando parte do valor do consórcio de uma vez.
A seguir, falaremos de como antecipar esses números, mas existe primeiro uma opção muito comum de redução pós-contemplação. Estamos falando da utilização da própria carta de crédito.
Vamos supor que você contratou um consórcio para comprar um veículo com crédito de R$100 mil. Porém, ao ter sua cota sorteada, você encontrou o modelo que queria por R$90 mil.
Nesse caso, você pode utilizar os R$10 mil excedentes para abater o preço das parcelas nos mesmos modelos que as antecipações a seguir.
3. Antecipação de parcelas
Muitos consorciados aproveitam que já estão juntando algum dinheiro para realizar seu sonho e utilizam essa espécie de “entrada” como uma forma de reduzir o valor da parcela ao longo do contrato.
A antecipação é um mecanismo comum nos consórcios e ajuda muitas pessoas a se programarem melhor sem que os pagamentos comprometam as contas do dia a dia.
Ela pode ser feita independentemente da situação do consórcio, ou seja, antes ou depois da contemplação, não importa quantas parcelas faltem.
Tipos de antecipação de parcelas
Se você quer utilizar um dinheiro que tem guardado para aliviar as parcelas do consórcio, isso pode ser feito em três maneiras diferentes. A que você vai escolher depende de suas necessidades e objetivos.
Antecipação inversa
Na antecipação inversa, o montante do contrato quitado é descontado da última parcela para trás.
Por exemplo: se você tem pagamentos mensais de R$200 e antecipa R$2.000, você elimina as 10 últimas parcelas do consórcio, pagando o valor integral até lá.
É uma alternativa boa para quem não está com problema de pagar o valor mensal agora, mas que quer terminar de pagar em menos tempo para investir em novos sonhos.
Antecipação diluída
Na opção diluída, o total antecipado é distribuído como desconto entre todas as parcelas que ainda faltam para quitar o consórcio.
A alternativa funciona assim: se você ainda tem 20 pagamentos mensais de R$200 a serem feitos e antecipa R$2000, distribui a quitação por todas as parcelas, que passam a ser de R$100.
É o modelo ideal para quem tem estabilidade financeira a longo prazo, mas que precisa de um fôlego a mais no que sobra de dinheiro no fim do mês.
Antecipação total
A antecipação total, claro, é o cenário perfeito. É quando o valor que você tem para investir no consórcio é suficiente para quitar a totalidade do contrato. A partir daí, ele é finalizado com sucesso.
Se você tem o dinheiro disponível e acha que não vai precisar dele imediatamente, é uma saída interessante. Mas, se você acha que ele pode render mais aplicado, lembre-se de que o consórcio não tem juros. É uma questão interessante de analisar dentro de seu planejamento financeiro.
4. Utilização do FGTS
Ainda dentro das opções de antecipação, é importante lembrar que você pode usar seu FGTS para facilitar o pagamento de consórcio.
O seu fundo de garantia pode ser utilizado tanto para antecipar parcelas quanto para aumentar o valor de seu lance e adquirir cota contemplada. É uma maneira de facilitar e acelerar o processo.
5. Aplicação de rendas extras
Falamos anteriormente sobre como você pode utilizar o próprio produto do consórcio como forma de reduzir e quitar parcelas.
Citamos os carros, mas isso vale para outros tipos de consórcio, como, por exemplo, quem quer investir em imóveis para alugar. Depois da contemplação, o dinheiro do aluguel ajuda a abater o valor.
Nesses casos, você não está diminuindo o quanto paga, mas reduzindo ainda mais o impacto no seu controle financeiro.
Outras rendas podem ser utilizadas também, como a aplicação de uma reserva que você tenha, capaz de equalizar os pagamentos sem que você tenha que abrir mão dela.
Afinal, esta é uma das grandes vantagens do consórcio: com parcelas fixas, ausência de juros e sistemas flexíveis de cobrança, você consegue se programar sem sustos e evita transformar seu sonho em uma dor de cabeça.
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