Consórcio ou financiamento de imóvel: confira as principais diferenças entre eles!
Quando se trata de conquistar a tão desejada casa própria, muitas pessoas se encontram divididas entre qual é a melhor alternativa: consórcio ou financiamento de imóvel. Afinal, as duas modalidades são excelentes e devem ser escolhidas de acordo com a sua estratégia no momento.
Então, pensando em ajudar você nessa missão, preparamos este post sucinto que abordará como elas funcionam para você ter a certeza de que selecionou a melhor opção. Continue lendo!
Consórcio de imóvel: o preferido dos brasileiros?
O fato é que a conquista da casa própria é um anseio dos brasileiros: segundo dados do Datafolha, mais de 87% dos brasileiros tem como prioridade essa meta.
Os resultados da pesquisa revelaram que a aquisição de uma moradia é priorizada pelos brasileiros em comparação a questões como estabilidade financeira, religião e filhos. Para chegar a essa conclusão, foram entrevistadas 3.186 pessoas de todos os estados brasileiros em outubro de 2021.
Para a conquista dessa meta dos brasileiros, a opção que vem sendo a preferida é a compra do imóvel por meio de consórcio: A ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) realizou uma pesquisa que comprovou o crescimento do consórcio imobiliário nos últimos cinco anos aqui no Brasil.
Se compararmos o número de cotas vendidas entre janeiro e abril de 2022 com o registrado em 2018, perceberemos um aumento de 137%, indo de 76,5 mil para 181,33 mil cotas.
Ainda vale a pena fazer financiamento de imóvel?
Diante das opções, é bem comum surgir a dúvida se o financiamento da casa própria ainda é um bom negócio, principalmente quando o assunto envolve juros.
Desde 2022, o Banco Central decidiu aumentar a Taxa Selic para controlar a inflação. Na última reunião, o Copom voltou a elevar a taxa básica de juros para 13,25% ao ano. Esta foi a 11ª vez consecutiva em que a Selic foi elevada, e há a possibilidade de um aumento adicional em agosto de 2023.
Então, veio a preocupação se essa modalidade realmente é vantajosa. E sim, ainda vale a pena conquistar sua casa própria por meio do financiamento. Ele é uma ótima opção para quem busca ter o seu imóvel rapidamente.
Qual é a melhor escolha? Consórcio ou financiamento de imóvel?
Agora, a pergunta clássica: o que vale mais a pena, o consórcio ou o financiamento de imóvel? Quando se trata de finanças, o consórcio imobiliário é a melhor escolha. Não há a necessidade de realizar uma entrada inicial ou de pagar uma taxa de adesão e você também não precisa pagar juros ao longo do prazo. Porém, se você está buscando por algo de imediato, o financiamento é a opção ideal.
Quando o assunto é burocracia, o financiamento é mais complicado para ser aprovado, pois você precisará ter a capacidade de pagamento de acordo com o valor do imóvel. Já o consórcio possui um processo de aquisição mais descomplicado e não requer comprovação de renda no momento da contratação, somente depois que sua cota for contemplada. Por isso, é fundamental fazer uma simulação do consórcio ou do financiamento.
Além de ser usado para comprar imóvel ou terreno, o consórcio também pode ser usado para quitar um financiamento e evitar juros.
Portanto, se você quer tomar a melhor decisão, saiba que a Rodobens foi eleita como a melhor opção de consórcio em 2023, pois suas taxas de entrada e de administração estão entre as mais acessíveis do mercado. Além disso, a empresa disponibiliza muitos serviços financeiros.
A Rodobens oferece uma diversidade de produtos nas áreas de serviços, automóveis, motocicletas, veículos pesados e imóveis, e também garante que você tenha a liberdade de escolher entre grupos recém-lançados, em andamento e já terminados.
É possível desistir do consórcio ou financiamento de imóvel?
Quem escolhe fazer parte desses investimentos — consórcio ou financiamento de imóvel —, geralmente, não tem a intenção de encerrar o contrato. No entanto, podem haver circunstâncias que façam com que a pessoa precise optar por interromper seu compromisso. Quando isso acontece, a principal dúvida que surge é se o valor aplicado será devolvido.
Como comentamos, além do dinheiro usado para comprar o imóvel, as parcelas de um consórcio incluem taxas administrativas e de seguros. Estes custos não são reembolsáveis se o consorciado decidir desistir. Além disso, muitas empresas de consórcios incluem cláusulas nos seus contratos, estabelecendo uma multa em caso de desistência, com um percentual variável.
Em relação a financiamentos, a principal dificuldade que podemos encontrar, caso haja a desistência, é a imposição de taxas abusivas nas promessas de compra e venda. Essas condições, em sua maioria, não são devidamente examinadas pelos compradores, causando assim, uma grande complicação.
Por isso, recomendamos encontrar um especialista em direito para fornecer uma assessoria adequada. Essa pessoa avaliará o seu caso e auxiliará você a tomar as decisões certas, já que cada contrato de financiamento possui detalhes peculiares que exigem uma análise minuciosa de juros, multas e outras cláusulas.
Para escolher entre consórcio e financiamento de imóvel, avalie bem sua condição financeira e faça uma comparação de custos. Verifique quanto dinheiro você tem à disposição para fazer os pagamentos mensais e se possui alguma quantia extra para dar como entrada no financiamento ou lances no consórcio. Isso pode lhe trazer juros menores ou menos tempo de espera para a contemplação, evitando os inconvenientes de cada opção.
Gostou do post? Leia outros conteúdos no blog e confira as opções da Rodobens para aquisição de imóveis!
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