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O planejamento pessoal é algo que todos deveriam fazer, mas infelizmente essa não é a realidade de muitos. Ter o nome sujo é um problema de mais de 63 milhões de brasileiros, segundo dados divulgados pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil).
Organização, previsibilidade e foco são características indispensáveis para montar o seu planejamento, uma vez que é necessário resistir à tentação de gastar mais do que pode e, principalmente, guardar dinheiro, concorda? Só assim você vai conseguir ter uma vida financeira saudável.
Neste post, vamos explicar como o planejamento pessoal funciona e deve ser feito. Continue a leitura para ficar por dentro das informações!
Há quem pense que o planejamento pessoal está muito ligado à educação financeira, e isso é verdade. Para se planejar, é preciso ter organização, então você não pode extrapolar seu orçamento e fugir dos objetivos traçados, certo?
No planejamento pessoal, você vai definir todos os seus objetivos, desde os mais simples aos mais complexos. Com isso, consegue entender o que deve fazer para alcançá-los. Por isso, esse planejamento precisa conter:
O planejamento pessoal precisa ter um objetivo, seja para sair das dívidas, seja para ter uma aposentadoria mais tranquila. O objetivo ajuda você a manter o foco e, claro, ter aquela sensação de dever cumprido ao concluir cada passo. Veja, a seguir, alguns exemplos de objetivos que você pode definir no seu planejamento.
Os investimentos são excelentes aliados para fazer seu patrimônio crescer. No entanto, nesse momento é preciso ter cuidado. Antes de realizar qualquer aplicação, estude muito bem os ativos em que gostaria de aplicar seu dinheiro e sempre aposte na diversificação. Dessa forma, é possível reduzir os riscos de perdas e garantir melhores resultados nos investimentos.
Outro ponto importante: os recursos destinados para os investimentos não podem estar vinculados a qualquer outro compromisso financeiro, como o aluguel, a fatura do cartão de crédito etc. Se você quer investir, é preciso se organizar para separar um valor das suas receitas e, então, realizar a aplicação nos ativos desejados.
O que aconteceria se você perdesse seu emprego? Estaria com a consciência tranquila porque tem dinheiro guardado para “segurar as pontas” até arrumar um novo emprego ou entraria em desespero porque não teria como pagar o aluguel dos próximos meses?
Pois bem, a reserva de emergência serve justamente para isso: auxiliar você financeiramente em momentos difíceis. O total da sua reserva precisa ser igual a, no mínimo, um ano das suas despesas. Por exemplo, se suas despesas mensais são em média R$ 2 mil, o total da sua reserva deve ser de R$ 24 mil, no mínimo.
A compra de um imóvel também pode fazer parte do seu planejamento pessoal. Nesse caso, uma ótima opção é adquirir um consórcio, dessa forma, você fará um investimento valioso a longo prazo, uma vez que não é preciso dar nenhum valor de entrada, você pode escolher o prazo e o parcelamento e o melhor: não tem juros!
Também há a possibilidade de você ser sorteado a qualquer momento e, com isso, pode ter acesso ao dinheiro para comprar seu novo imóvel antes da data prevista. Caso isso não aconteça, você pode dar lances (adiantamento das parcelas) para ser contemplado sem precisar aguardar o sorteio.
Viajar com a família ou amigos é uma das melhores formas de deixar de lado o estresse do dia a dia e relaxar. Sendo assim, incluir uma viagem bacana no seu planejamento pessoal é muito importante.
Defina seu destino, mapeie as atrações turísticas do lugar e defina um valor para aproveitar o passeio ao máximo.
Antes de aprender a fazer o seu planejamento pessoal, você precisa conhecer as suas etapas. Veja quais são elas!
Mudar seus hábitos de consumo é fundamental para montar um planejamento pessoal eficiente. Então, analise se esses hábitos estão alinhados aos seus propósitos e adapte sua rotina.
Qual é a sua maior motivação? Reflita sobre a sua vida, sobre como enxerga o mundo à sua volta e os seus valores. Dessa forma, fica muito mais fácil reconhecer eventuais erros e tomar atitudes para mudar a sua situação.
Com a análise SWOT você consegue identificar suas forças, fraquezas, ameaças e oportunidades, respectivamente Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats em inglês. Ao entender quais são suas habilidades — ou o que falta para chegar lá — vai ser possível entender para onde seus esforços devem ser direcionados. Inclusive, vai saber quais ações estão ou não sob o seu controle.
No plano de ação, você tem que definir quais ações são de curto, médio e longo prazo. Feito isso, é hora de criar metas para executar cada uma delas — e essas metas precisam ser racionais e realistas para evitar frustrações e desmotivação.
Acompanhe de perto o desenvolvimento e a evolução das suas metas. Dessa forma, você consegue saber o que tem funcionado e o que precisa ser revisado e aprimorado. Acredite, nem tudo vai sair como você definiu lá no início do seu planejamento pessoal.
É perfeitamente normal a necessidade de realizar ajustes ao longo do caminho para alinhar suas expectativas. Assim, acompanhe regularmente as suas metas e avalie os resultados. Comemore cada pequena conquista e mantenha o foco nos seus objetivos.
Agora sim, vamos à parte mais importante, que é entender os principais passos para ter um bom planejamento pessoal. Anote tudo o que puder para colocar em prática:
O planejamento pessoal vai ajudar a tornar a sua vida mais organizada e livre de contratempos financeiros e até mesmo emocionais. Afinal, quando temos uma vida desorganizada, nos tornamos propensos a procrastinar e fugir da nossa realidade — e não é isso que queremos para você!
Gostou deste artigo? Então não deixe de conferir nossas 12 dicas de planejamento financeiro para iniciantes!
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