Quanto custa ter um filho: conheça os principais gastos!

Terça-Feira, 6 de Junho de 2023
Atualizado em: 07/04/2025
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Entender quanto custa ter um filho é o primeiro passo para organizar as finanças para receber o novo membro na família. Com esse cuidado, também fica mais fácil manter o equilíbrio com os gastos indispensáveis durante toda a criação.

Cada fase envolve diferentes tipos de custos. Entre os principais, estão aqueles relacionados à saúde, educação e alimentação. Mas quanto custa para ter um filho no Brasil até ele alcançar a maioridade?

A seguir, entenda alguns dos gastos essenciais para você se basear e a importância do planejamento financeiro nessa decisão!

Qual a importância do planejamento para ter um filho?

Ter um filho impacta toda a vida de um casal. Além da mudança na rotina, há o aumento de gastos, o que acontece antes mesmo do nascimento da criança. Nesse sentido, tenha em mente que cerca de 30% do orçamento será revertido aos cuidados do novo membro da família.

O planejamento prévio e a educação financeira são fundamentais para não passar aperto com as despesas nessa nova fase da vida. Assim, o ideal é que essa preparação aconteça o quanto antes, de modo a trazer mais tranquilidade e segurança na criação do seu filho, ok?

Qual o gasto mensal com bebê recém-nascido?

Para saber quanto custa criar um filho recém-nascido e poupar dinheiro, você precisa considerar que os gastos começam antes mesmo dele nascer. Afinal, os produtos essenciais para o bebê devem ser providenciados antes do parto, não é mesmo?

Isso inclui a compra de enxoval completo, roupinhas, móveis (berço, trocador etc.), acessórios (carrinho, mamadeira etc.), fraldas e itens de higiene. Toda essa adaptação do bebê à casa pode chegar à média de R$ 10 mil.

Também é preciso considerar as mensalidades do convênio de saúde (entre R$ 150 a R$ 300). Somando tudo, os gastos com o recém-nascido podem facilmente ultrapassar o valor de R$ 1.000 mensais, chegando a uma média de R$ 1.400.

Quanto custa um filho no primeiro ano de vida?

Os gastos mais relevantes no primeiro ano de vida envolvem a alimentação (a partir de 6 meses) e o plano de saúde. Outros custos podem incluir a necessidade de creche e aleitamento com o uso de fórmulas.

As fraldas também impactam os bolsos dos pais. Só para você ter uma ideia, o preço médio é de R$ 0,75 por unidade. Se a gente levar em consideração que um bebê usa cerca de 2.500 fraldas até um ano, o gasto será por volta de R$ 1.875,00.

Somando esse e os outros gastos acima, além de incluir as despesas com vestuário, acessórios e itens de higiene, o gasto médio de um bebê é de cerca de R$ 10 mil até completar um ano de vida.

Quanto custa criar um filho até 18 anos?

A resposta para quanto custa ter um filho no Brasil dependem muito de uma série de fatores. Entre eles, destacamos o planejamento financeiro, a cidade e o padrão de vida da família.

Os custos envolvem despesas como roupas, lazer, alimentação, saúde, moradia e educação. Assim, vamos apresentar uma média de acordo com a classe social:

  • Classe A (renda mensal superior a R$ 26 mil): 3,6 milhões;
  • Classe B (de R$ 13.200 a R$ 26 mil): 1 milhão a 2,5 milhões;
  • Classe C (de R$ 5.280 até R$ 13.200): 480 mil a 1,2 milhão;
  • Classe D (de R$ 2.641 a R$ 5.280): 239 mil a 479 mil;
  • Classe E (renda de até R$ 2.640): 239 mil.

Quanto custa ter um filho?

Os gastos podem começar no planejamento para ter um bebê. Isso porque, muitas vezes, casais com dificuldade para engravidar recorrem a tratamentos de fertilidade.

Dependendo do número de tentativas, os custos podem chegar a algumas dezenas de milhares de reais. Gastos com ensino superior também tendem a ser maiores para as classes mais altas.

As classes D e E investem, em geral, um valor proporcionalmente menor em relação às classes mais altas. Apesar disso, muitas vezes, costumam ser as mais impactadas ao não se preparar financeiramente.

Quais os principais custos para criar um filho?

Para ter uma noção de quanto custa para ter um filho, você precisa entender que cada etapa tem seus custos específicos. Conforme as fases mudam, os gastos também mudam. Vamos conferir?

Alimentação

A alimentação do bebê, quando inclui o uso de fórmulas, pode afetar o orçamento. Além disso, as guloseimas infantis costumam ter um preço mais elevado que outros itens industrializados.

Saúde

Os custos relacionados à saúde começam desde o pré-natal e o acompanhamento da mãe. No decorrer da criação, envolvem medicamentos, consultas, entre outros. Caso você opte por pagar planos de saúde, esteja ciente de que o valor aumenta conforme a faixa etária muda.

Vestuário

Os gastos com vestuário são frequentes, já que é preciso acompanhar o ritmo de crescimento da criança. Na adolescência, a tendência é que os filhos queiram escolher as próprias roupas, o que pode levar ao aumento nos custos se não houver um controle.

Educação

Os gastos com educação envolvem a mensalidade da creche e da escola, no caso de instituições particulares. Também é preciso investir em material escolar e, conforme a criança cresce, cursos e atividades extracurriculares, como aulas de idiomas, esportes e artes.

Lazer

Cinema, viagens e brinquedos são outras despesas que fazem parte do lazer e do entretenimento na criação de um filho. Produtos tecnológicos, como smartphones, videogames e computador, também são incluídos no orçamento.

Como se planejar financeiramente para ter um filho?

O planejamento financeiro deve começar o mais cedo possível para ter estabilidade para receber um filho. Portanto, reserve uma parte do orçamento, preferencialmente em aplicações seguras e a curto prazo, para retirar quando necessário.

O ideal é manter uma reserva de emergência para, pelo menos, seis meses de despesas. Mas também é importante avaliar as finanças e pensar a longo prazo, fazendo uma previsão de gastos essenciais para os primeiros anos da criança.

Faça também uma lista com o que é indispensável, como berço, carrinho de bebê, roupinhas e fraldas. Se tiver convênio médico, verifique a cobertura em relação ao pré-natal e ao parto, a fim de não impactar o orçamento familiar com valores elevados.

Saber quanto custa ter um filho é fundamental para lidar com a chegada de um novo membro à família de forma mais tranquila. Além dos gastos iniciais, é importante considerar despesas futuras, como educação. Nesse sentido, o consórcio de serviços Rodobens para estudos pode ser uma excelente alternativa para garantir a formação da criança sem comprometer o orçamento. Então, o planejamento é a melhor alternativa para evitar passar por apertos.

Que tal ler outros conteúdos no blog para descobrir como a educação financeira pode te ajudar a conquistar seus objetivos? Aproveite!

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