Saúde financeira: entenda o que é e como melhorá-la!
Já refletiu sobre a ligação entre a saúde financeira e a saúde física? Se algo não vai bem, é necessário adaptar hábitos, adotar novos costumes, acompanhá-los constantemente e buscar tratamento, se necessário.
Da mesma forma é com as nossas economias: se esse aspecto está frágil, começa a afetar outros âmbitos do cotidiano, inclusive o emocional, o que impacta a qualidade de vida.
Se você enfrenta dificuldades em organizar os gastos e deseja quebrar esse ciclo vicioso, chegou a hora de cuidar da saúde financeira. Neste artigo, vamos mostrar como fazer isso na prática, além de explicar a diferença entre saúde financeira e educação financeira e dar dicas de bons hábitos. Boa leitura!
O que é saúde financeira?
Mais que simplesmente entender o funcionamento do dinheiro, a saúde financeira é resultado de escolhas e hábitos que cada um de nós adota em sua relação com a moeda. Uma boa saúde financeira proporciona a base para uma vida saudável no âmbito físico, mental e social.
Afinal, uma pessoa saudável financeiramente tem tudo organizado e estabilidade para seguir com suas atividades. Ela consegue arcar com as despesas básicas e aquelas que considera relevantes, além de estar preparada para possíveis imprevistos e de conseguir se planejar para alcançar seus objetivos, sem esquecer a aposentadoria.
Por outro lado, pessoas não saudáveis do ponto de vista financeiro podem sofrer com inúmeros problemas, tais como ansiedade, brigas familiares, doenças devido ao stress, redução da produtividade no trabalho, insônia e endividamento.
Qual a diferença entre saúde financeira e educação financeira?
Saúde e educação financeira não são o mesmo, embora sejam inter-relacionadas.
A educação financeira provê as informações necessárias para que uma pessoa tome decisões sábias em relação a dinheiro. Por outro lado, a saúde financeira exige que organizemos o orçamento e equilibremos as contas — tendo como base os aprendizados proporcionados pela educação financeira para manejar as economias da melhor forma.
Assim, educação financeira é um passo fundamental para o sucesso financeiro. Ela fornece a você os recursos necessários para estabelecer conhecimento sobre como lidar com os seus ganhos. Porém, a saúde financeira é a parte que requer ação.
É como se a educação financeira oferecesse a teoria, e a saúde financeira fosse o resultado da aplicação prática de tudo que foi visto e estudado.
Quais os bons hábitos da saúde financeira?
É notório que a saúde financeira, física e mental apresenta uma relação interdependente, visto que qualquer alteração em uma delas acaba impactando as demais. Vários bons hábitos saudáveis ??podem ajudar a manter sua saúde financeira. Confira:
- Estabelecer uma ou mais fontes de renda
- Monitorar as finanças e revisar as despesas periodicamente
- Gastar menos do que ganha
- Sempre pagar as contas em dia
- Ter um fundo de emergência
- Estabelecer metas a curto, médio e longo prazo
- Planejar as finanças para a aposentadoria
- Reservar dinheiro para momentos de lazer
Quais são os benefícios de estar em dia com a saúde financeira?
Como abordado no início do artigo, a saúde financeira é indispensável para estabelecermos outros níveis de saúde, como a mental, a física e a social.
A lógica por trás disso é bastante clara: quando não temos nenhuma preocupação com problemas financeiros, não nos sentimos estressados com dívidas e nos sentimos seguros para lidar com qualquer eventualidade, a nossa mente se encontra num estado mais saudável.
Afinal, o nosso bem-estar vai muito além de comer bem e se exercitar regularmente. Para viver em plenitude, também é preciso ter a mente tranquila, manter um bom convívio social, ter recursos financeiros para se precaver de imprevistos e ter conforto para morar.
Como posso manter minha saúde financeira em dia?
Agora é o momento de rever seus hábitos e entender o que é prejudicial para sua saúde financeira.
Por isso, confira abaixo algumas sugestões de especialistas para quem deseja mudar a relação com o dinheiro.
1. Faça o controle de receitas e despesas
Organizar seu orçamento mensalmente é fundamental para o controle financeiro pessoal. Desse modo, é possível acompanhar todos os rendimentos e gastos, tanto os fixos quanto os variáveis.
Porém, ainda assim, muitas pessoas não têm essa preocupação com sua renda e despesas, causando o descontrole financeiro. Por isso, conhecer exatamente o quanto você ganha e o quanto gasta é vital para estabelecer um controle saudável do orçamento.
2. Busque saber mais sobre finanças
Quando se trata de saúde financeira, ela não depende de ter muitos ou poucos recursos. Por exemplo, uma pessoa rica com hábito de ter gastos irresponsáveis ainda está desequilibrado.
Qualquer um, independentemente de seu rendimento ou classe social, pode buscar e alcançar a saúde financeira.
Então, comece a estudar melhor o assunto, tanto com livros de finanças quanto com os conteúdos aqui do blog da Rodobens.
3. Planeje a aposentadoria
Por meio desse planejamento, você consegue realizar uma análise minuciosa de todo o período enquanto contribuinte quando você é funcionário de empresa privada ou servidor público e como ficará no momento de se aposentar.
Afinal, mesmo com as contribuições no INSS (Instituto Nacional de Seguro Social), a renda pode não ser satisfatória. Organizar essa etapa financeiramente desde agora, pensando em planos de previdência privada, por exemplo, ajuda a livrar de situações desagradáveis futuras.
4. Tenha uma reserva de emergência e diversifique os investimentos
Ter uma reserva de emergência é uma forma de manter a tranquilidade financeira. É como se fosse um "fundo de segurança" que ajuda a cobrir situações inesperadas, proporcionando segurança e uma rotina despreocupada.
Por isso, nossa sugestão é começar a montar essa reserva o mais rápido possível e, depois, partir para a próxima etapa: pensar em investimentos.
5. Quite dívidas
Não adianta desejar organização se você ainda tem pendências. Afinal, é preciso pôr ordem na casa primeiro para que esse ilustre convidado chamado saúde financeira chegue.
Portanto, para alcançar a saída do endividamento, a primeira etapa a se fazer é negociar acordos com seus credores. Assim, é fundamental compreender quais são as suas possibilidades de quitá-los.
Isso implica que você tenha que chegar com uma proposta favorável, condições justas e que possam ser cumpridas dentro da sua realidade.
6. Procure fontes extras de renda
Atualmente, há diversas alternativas para conquistar renda extra e ajudar nas metas para ter mais saúde financeira. Porém, requer paciência e comprometimento para obter êxito.
Alguns dos mais bem-sucedidos recursos são: day trade, revender produtos, vender doces e salgados, oferecer serviços como freelancer, montar um e-commerce etc.
Estas são apenas algumas opções, então encontre aquela que melhor se encaixa às suas aptidões.
7. Considere fazer um consórcio
Uma das opções que mais vêm crescendo devido à sua praticidade são os consórcios.
Por meio de pagamento mensais sem juros (com apenas taxa de administração), você consegue se organizar financeiramente para comprar um imóvel, adquirir um automóvel, investir nos estudos ou realizar outros tipos de serviços, como pequenas reformas e viagens.
Trata-se de uma ótima maneira de investir na realização de projetos e na sua saúde financeira após quitar dívidas, por exemplo.
Esse foi o nosso post que servirá como guia para o início da sua jornada sobre saúde financeira. Tome nota das nossas dicas para desfrutar do maior controle dos seus ganhos e alcançar os seus objetivos mais rapidamente!
Quer se aprofundar melhor sobre esse assunto? Então, confira no nosso blog e, caso tenha gostado, compartilhe nas redes sociais! Também saiba sobre educação financeira com o nosso conteúdo interativo!
Assine nossa Newsletter
E receba conteúdos exclusivos por e-mail!
Comentários