Gerenciamento de riscos: saiba o que é e como adotá-lo?

Quarta-Feira, 31 de Maio de 2023
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Hoje em dia não dá pra ignorar a importância de fazer um bom gerenciamento de riscos, não é mesmo? Pessoas e empresas estão cada vez mais sujeitas a eles, ficando vulneráveis a seus efeitos. E como isso pode ser desafiador!

Fatores diversos implicam pra que cenários arriscados sejam possíveis. Dessa forma, adotar ações de prevenção, correção e gestão tem entrado no radar de muitos pra, ao menos, minimizar suas eventuais consequências negativas.

Veja como você pode implementar isso e muito mais a seguir!

Afinal, o que é um risco e quais são as principais situações arriscadas?

Tem certeza que sabe o que é um risco? E como explicá-lo com clareza? Basicamente, é um desenvolvimento, impacto ou efeito que pode ou não acontecer no futuro em decorrência de uma ação ou decisão do presente. Nesse sentido, o primeiro elemento que o caracteriza é a incerteza. Pois, tratam-se de possibilidades e não de cenários 100% garantidos.

Assim, correr riscos envolve se expor à chance de certas circunstâncias ocorrerem. Mas também implica em não ter algo preparado pra responder a elas, apesar de muitas serem previsíveis. Que tal ver alguns exemplos?

Riscos empresariais

Os riscos empresariais são aqueles a que os negócios estão expostos, tanto em razão do mercado e de situações externas quanto devido a elementos internos ou das suas relações comerciais. Entre eles estão possibilidades como:

  • Perder suas cargas ou ter limitações no transporte;
  • Ser mal gerido do ponto de vista financeiro, tributário e operacional;
  • Haver uma grande elevação de preços de insumos;
  • Ser autuado, multado ou processado;
  • Não conseguir pagar suas obrigações;
  • Ter suas fontes de recursos reduzidas.

Riscos pessoais

Obviamente, riscos pessoais são aqueles ligados às pessoas, envolvendo tanto sua segurança física quanto financeira, como é o caso da chance de:

  • Sofrer acidentes;
  • Ser vítima de crimes e golpes;
  • Contrair ou desenvolver doenças graves;
  • Perder rendas por ficar afastado do trabalho.

Riscos patrimoniais

Ainda que a questão patrimonial possa ser relacionada à gestão dos recursos financeiros pessoais e empresariais, bem como à influência da economia neles, normalmente esse tipo de risco envolve bens que podem:

  • Ser atingidos por incêndios;
  • Estar em áreas castigadas por eventos climáticos;
  • Envolver-se em acidentes.

Riscos ambientais

Por fim, os riscos ambientais são aqueles em que o meio natural é afetado por seus efeitos. Isso inclui danos impactantes e, até mesmo, permanentes à fauna, à flora, ao solo, ao ar ou à água.

O que é o gerenciamento de riscos e pra que serve?

Com tantos exemplos de circunstâncias arriscadas, buscar por meios de precaver, corrigir ou gerir essas possibilidades pra, ao menos, evitar os piores cenários é urgente, certo? E é exatamente isso que o gerenciamento de riscos busca fazer.

Basicamente, essa atividade se destina a prever ou identificar tais situações, planejar e efetivar ações voltadas a minimizá-las enquanto se mantém vigilante sobre o progresso ou o surgimento de outros desafios.

Como trabalha com a incerteza, trata-se de um processo incessante, em que novos fatores mudam o cenário a todo o momento. Desse modo, a exposição continua, nunca havendo um ponto de total segurança. Portanto, seu objetivo não é eliminar completamente os riscos, mas reduzi-los ao máximo. Além disso, esse procedimento visa:

  • Garantir a melhor preparação possível diante deles;
  • Colocar pra consideração essas probabilidades;
  • Diminuir ou zerar as perdas decorrentes delas;
  • Agir pra que as condições sejam as mais favoráveis.

Como adotar o gerenciamento de riscos?

Colocar o gerenciamento de riscos em prática começa pela implementação de algumas ações estratégicas. Que tal conferir o bê-á-bá pra adotá-las?

Ficar por dentro da legislação

Muito tem se falado de compliance e ESG no contexto do gerenciamento de riscos. Afinal, não atender a questões legais, fiscais, administrativas, tributárias, trabalhistas, ambientais etc. expõe tanto profissionais quanto empresas a situações arriscadas.

Assim, conhecer as leis que guiam a prática na sua área de atuação é o passo inicial dessa jornada. Mas não se preocupe, você não precisa dominar todos esses assuntos. Porém, é importante saber um pouco de cada um, mesmo contando com bons consultores, já que com essa tática seu dia a dia se desenrola com maior facilidade.

Criar a mentalidade certa

O gerenciamento de riscos começa quando você entende que toda a decisão ou ação tem chance de dar errado, gerando consequências negativas. Ter essa mentalidade presente desde a elaboração de processos corporativos até a realização de escolhas ajuda na busca por passar longe dos piores cenários.

Conhecer o cenário

Saber o que pode dar errado é o primeiro passo pra fazer dar certo, não acha? Por isso, conhecer os riscos existentes e os potenciais, analisando as probabilidades pra saber onde é urgente agir, é grande parte do seu gerenciamento.

O sucesso disso depende de ter acesso a informações concretas e confiáveis, considerando todos os fatores, inclusive aqueles mais subjetivos, na hora de mapeá-los pra montar um cenário realista.

Planejar tanto a reação quanto a prevenção

É comum pensar que ter um programa de gerenciamento de riscos significa estar constantemente apagando incêndios. Ainda que não se possa controlar tudo, o que é realmente importante é evitá-los. Fora que ninguém merece ficar correndo atrás do prejuízo, né? Nesse contexto, o planejamento se torna um aliado, já que permite:

  • Eliminar as atividades com maior chance de ter efeitos negativos;
  • Diminuir as probabilidades de consequências negativas;
  • Definir os caminhos mais seguros;
  • Estabelecer ações pros momentos de exposição inevitáveis;
  • Ter meios pra reagir corretamente a eles.

Investir em precauções e garantias

Estar pronto pro pior, é outra parte importante disso. Nesse caso, ela envolve tanto minimizar seus efeitos quanto impedir que algo realmente aconteça. Um exemplo de como fazer isso é ter o Seguro de Gerenciamento de Risco Rodobens.

Por ser uma parceria com quem está há mais de 70 anos no mercado, essa é uma escolha segura. Ao realizar tal contratação serão aplicadas precauções pro monitoramento e rastreamento do transporte de cargas. Ela também proporciona garantias contra prejuízos ou danos. Nada mal, hein?

Permanecer em alerta

O monitoramento das situações com risco potencial, das medidas planejadas e do surgimento de novas possibilidades não é fácil, uma vez que requer se manter em alerta constantemente.

Ou seja, o trabalho de gerenciar isso nunca acaba. De forma cíclica, envolve recomeçar essa lista de dicas, sempre adotando outras estratégias inovadoras pra otimizar os resultados mais e mais.

Agora que você sabe tim-tim por tim-tim o que é e como adotar o gerenciamento de riscos, fica mais fácil passar longe dessas situações. Mas mesmo que algo não tão bom quanto o esperado ocorra, você vai conseguir reagir adequadamente com ajuda das dicas deste conteúdo.

Confira outros conteúdos no blog e saiba mais sobre o Seguro de Gerenciamento de Risco da Rodobens!

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