Seguro viagem: como escolher a cobertura ideal para suas aventuras
Como escolher seguro viagem sem cair em ciladas? Você já ficou na dúvida se aquele plano baratinho daria conta de uma emergência? Ou pior: já contratou sem ler direito e descobriu tarde demais que a cobertura não servia para quase nada?
Com o aumento da conscientização, o mercado de seguro viagem no Brasil cresceu 167% nos últimos anos, segundo a CNSeg.
Esse crescimento revela que mais brasileiros estão buscando viajar com segurança. Hoje, cerca de 30% dos viajantes optam por seguro viagem internacional, com São Paulo liderando entre os estados.
Veja agora os detalhes que quase ninguém lembra de considerar, mas que podem evitar imprevistos e garantir uma viagem sem sustos!
O que ninguém te conta sobre seguro viagem
Quem já precisou usar um seguro viagem sabe: escolher o plano errado pode sair bem mais caro do que pagar a mais por um plano melhor.
E mesmo assim, muita gente ainda contrata no impulso, ignora os detalhes da apólice e acredita que qualquer cobertura básica já resolve.
Abaixo, alguns dos pontos que quase ninguém comenta, mas que podem te salvar de várias furadas!
Preencher as datas erradas pode te deixar sem proteção
Não é raro encontrar quem coloque no formulário do seguro o dia da chegada no destino como início da cobertura, e o dia do embarque de volta como o fim.
Parece inocente, mas esse detalhe pode te deixar desprotegido em trechos importantes da viagem, como no trajeto até o aeroporto ou durante as conexões. Qualquer imprevisto antes ou depois dessas datas não será coberto.
O ideal é colocar o dia em que você sai de casa e o dia em que retorna.
Seu tipo de viagem muda tudo na hora de contratar
Quem viaja a trabalho precisa de um tipo de cobertura. Quem viaja com crianças, outro.
Se você pretende fazer trilhas, por exemplo, precisa de uma apólice que cubra acidentes em atividades de aventura. Se vai a negócios e leva eletrônicos caros, talvez valha investir em uma cobertura extra para bagagem.
Por isso, antes de escolher o tipo do seguro viagem, pare e pense no seu perfil de viajante.

Alguns países barram a entrada se o seguro não estiver certo
Tem país que exige seguro com cobertura mínima específica. Se você não atender essas exigências, pode acabar barrado pela imigração antes mesmo de sair do aeroporto.
É o caso de destinos da Europa que seguem Tratado de Schengen o, que exige no mínimo 30 mil euros de cobertura médico-hospitalar. Outros, como Cuba e Venezuela, também têm regras próprias.
Não adianta contratar qualquer plano achando que está tudo certo. Antes de escolher o seguro viagem, você deve pesquisar o que o país exige. Depois, confirme com a seguradora se o plano escolhido cumpre os critérios.
Omitir informações pode te impedir de usar o seguro
Se surgir uma emergência relacionada a algo que você omitiu, a seguradora pode se recusar a cobrir. Ser transparente na contratação é a melhor forma de assegurar que, se algo acontecer, o plano vai te atender.
Nem tudo está incluso (mesmo que pareça)
A palavra “cobertura” engana. Dependendo do plano, a prática de esportes, doenças preexistentes, gravidez ou até extravio de bagagem são aspectos não incluídos.
E tem mais: alguns planos cobrem, mas com valores tão baixos que não ajudam em quase nada.
Na hora de escolher o seguro viagem, leia as coberturas com calma e pense: isso aqui resolve meu problema se algo acontecer? Se a resposta for “talvez”, melhor procurar outro plano.
O seguro do cartão de crédito raramente dá conta do recado
Muitos viajantes acham que usar o seguro do cartão de crédito é suficiente. Afinal, já está incluso, certo? Errado. Primeiro, é preciso ter comprado as passagens com o cartão. Depois, é necessário emitir a apólice com antecedência.
E, mesmo assim, os limites de cobertura de seguro viagem costumam ser baixos. Sem contar que o atendimento costuma ser mais burocrático e demorado.
Checklist seguro viagem: como escolher de forma inteligente e sem cair em ciladas
Checklist com dicas para escolher o seguro viagem:
- Verifique se o plano cobre consultas (incluindo atendimento odontológico), exames, internações e medicamentos.
- Observe se repatriação e traslado médico estão no contrato.
- Analise os valores para perda, roubo ou extravio de bagagem.
- Cheque se há assistência jurídica.
- Compare o valor total da cobertura com os custos médicos do país de destino.
- Confira se há cobertura para cancelamento de viagem.
- Entenda se o seguro tem franquia. Se tiver, você pagará parte dos atendimentos.
- Verifique se o destino está dentro da área de cobertura do plano.
- Identifique se esportes radicais, gestação ou doenças preexistentes são cobertos pelo seguro viagem.
- Questione se a assistência funciona 24 horas por dia, e de preferência em português.
- Veja a reputação da seguradora no Reclame Aqui e se ela é registrada na SUSEP.
- Consulte o CNPJ da empresa para saber se há pendências na Receita Federal.
- Solicite um contrato detalhado e leia tudo com calma antes de assinar.
- Guarde e-mails, comprovantes e mensagens trocadas.
Um seguro mal escolhido ou uma agência duvidosa podem arruinar sua viagem. Por isso, vale gastar alguns minutos a mais pesquisando para escolher o melhor seguro viagem.

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Cada mês, parte dos participantes é contemplada e pode usar o crédito para:
- comprar passagens;
- reservar hospedagens;
- contratar agências de turismo;
- contratar um seguro viagem;
- fechar pacotes nacionais ou internacionais.
O pagamento é feito diretamente para a empresa que presta o serviço, o que garante o uso correto do crédito.
Se você já tiver pago algum item com seus próprios recursos após a contemplação, também pode ser reembolsado, desde que comprove o pagamento.
Se quiser se programar sem pressa e com mais controle, a Rodobens é o caminho!
Conclusão
Saber como escolher seguro viagem exige atenção a detalhes que normalmente são ignorados.
Uma cobertura que não atende ao tipo de viagem ou a falta de informações sobre as exigências do destino podem acabar com o seu planejamento.
Enquanto 30% dos brasileiros que viajam para o exterior já optam por contratar um seguro, a maioria ainda não faz isso com base em critérios consistentes.
Avaliar o tipo de cobertura, conferir os limites e entender o que está (ou não) incluso é o que separa uma escolha segura de uma grande dor de cabeça. Na dúvida, siga o checklist da Rodobens!
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