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Aluguel ou financiamento: qual vale mais a pena?

Sexta-Feira, 22 de Março de 2024
Atualizado em: 22/03/2024
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Muitos planos podem nos levar a cogitar mudar de casa: necessidade de trabalhar em outra cidade, família crescendo, custos menores de manutenção ou até mesmo uma vontade de mudar de ambiente.

Mas todo mundo que se vê nessa situação acaba encontrando o mesmo dilema: é melhor investir em aluguel ou financiamento para o novo lar?

Se você também está nessa dúvida, este artigo vai ajudar a entender o que cada uma dessas escolhas proporciona e como você pode fazer a escolha certa. Acompanhe!

Quando vale a pena morar de aluguel?

Morar de aluguel é uma escolha válida para muitas pessoas. Na verdade, 21% dos imóveis no Brasil estão ocupados neste modelo.

Existem algumas situações em que o aluguel é claramente a melhor opção. A principal é quando você e sua família precisam de um local temporário para morar enquanto constroem uma casa ou buscam a melhor opção no mercado com calma.

Nesses casos, alugar significa segurança e conforto sem se comprometer a longo prazo. Você pode sair quando quiser. Outra situação comum para priorizar o aluguel é quando o valor é muito menor do que o que você conseguiria num financiamento.

Assim, é possível controlar melhor os gastos mensais e juntar um dinheiro para diminuir o financiamento da casa própria no futuro.

Mas o modelo também tem suas desvantagens. Não possuir a moradia pode gerar situações complicadas de relacionamento com o proprietário, que pode inclusive solicitar a casa de volta.

Quando optar pelo financiamento?

O financiamento é a forma mais acessível de conseguir a casa própria. É uma opção com ofertas variadas entre bancos, financeiras e consórcios, cada uma com particularidades de valores, taxas e cláusulas de contrato.

Optar pelo financiamento é a melhor opção para quem quer alcançar o sonho de ter seu próprio lar. É ideal para quem tem estabilidade financeira e planeja a longo prazo.

Se você tem uma reserva para dar de entrada, é melhor ainda. A desvantagem da opção fica por conta de alguns serviços que incidem juros e deixa o preço final maior do que o valor de mercado.

Aluguel ou financiamento: afinal, qual vale mais a pena?

Para entender mais sobre o que cada uma dessas escolhas significa em termos de planejamento financeiro, vamos fazer um exercício de simulação para que você entenda melhor o funcionamento das duas opções. Confira.

Simulação de financiamento imobiliário

Existem diversos tipos de financiamento imobiliário no mercado (falaremos mais sobre eles em breve), mas vamos utilizar um padrão que dê uma boa noção de média de valores atuais.

No caso de um financiamento pelo Banco do Brasil de um imóvel usado de R$500 mil, em que você financie R$300 mil em 10 anos, terá que arcar com parcelas iniciais de quase R$5 mil reais, sendo reduzida para R$2.600 quando chegar à última mensalidade.

Nesse período, a taxa anual incidente será de 9,5%, ou seja, o valor final do imóvel será significativamente maior do que seu preço inicial, tendo em vista a duração do parcelamento.

Essa, claro, é a simulação que leva em conta uma das alternativas de financiamento. O consórcio, como falaremos ao fim deste artigo, pode ser uma opção melhor para você.

Simulação de aluguel

Levando em conta as médias de aluguel em São Paulo, um apartamento de 3 quartos teria seu preço entre R$2.000 e R$3.000 conforme a região e outros fatores.

Neste valor, é importante lembrar que se acrescenta a taxa de condomínio, que varia muito de condomínio para condomínio dependendo de sua estrutura interna e praticidades.

Levando em conta o exemplo anterior, em que você teria R$200 mil para dar entrada, você poderia optar por investir esse valor até ter o suficiente para pagar um imóvel à vista.

Nesse caso, em investimentos seguros como CDB e Tesouro, você teria os R$500 mil do valor do imóvel nos mesmos 10 anos do financiamento — se não fizesse mais nenhum aporte nesse período.

Contando que você pagaria por volta de R$3.000 por mês de aluguel, teria gasto R$360 mil no período. Ou seja, mesmo pagando menos que o financiamento por mês, você terá gasto mais efetivamente no fim dos 120 meses.

Por fim, é importante levar em conta os ajustes anuais do preço do aluguel. Os reajustes são feitos com base na inflação, então é importante ficar de olho em índices como o INPC.

O que levar em consideração antes de decidir?

Como fica claro em nossa simulação, os dois modelos têm prós e contras e não dá para decidir qual é o melhor para você apenas olhando para os números.

Veja a seguir os pontos que você precisa levar em conta antes de decidir por financiamento ou aluguel.

Perfil da família

O principal fator a ser levado em conta, é claro, está nos sonhos, necessidades e vontades da sua própria família. Afinal, essa decisão impacta na rotina e na vida de todos eles.

Para fazer essa escolha, você tem que pesar:

  • Tamanho da família
  • Renda
  • Estabilidade profissional e pessoal
  • Planos de futuro
  • Locais em que gostariam de morar
  • Proximidade de escola, trabalho, comércio e outras praticidades
  • Outros investimentos a serem feitos

Todos esses fatores influenciam na capacidade de investir, no valor do imóvel ideal para vocês e a modalidade que melhor se encaixa na realidade familiar.

Reserva financeira

O quanto você tem para investir agora também influencia na sua decisão. O tamanho da reserva financeira pode ser utilizado para deixar rendendo enquanto paga aluguel, mas também pode amortizar o financiamento, como dar lance em consórcio.

Outra decisão importante é o quanto desse montante você pode se utilizar sem que isso deixe a família descoberta para eventuais emergências.

Ofertas na região

O valor praticado em sua cidade ou até bairro pode impactar na melhor escolha. Compare o valor médio do aluguel no local com as opções de financiamento para ter uma ideia de qual está valendo mais a pena.

Opções de financiamento

Se você não quer morar de aluguel e prefere financiar uma casa, precisa encontrar uma opção que melhor se encaixe no que você precisa: previsibilidade e segurança.

Neste caso, o consórcio se destaca. Com parcelas fixas e sem juros, você sabe exatamente o que vai pagar desde o primeiro dia.

E, se você tem uma reserva, pode utilizá-la para adiantar o sonho e dar um lance para contemplação mais rápida. Assim, você não compromete a renda e paga já no conforto de sua nova casa.

Escolher entre morar de aluguel ou financiar é um processo que depende de planejamento e perfil de morador. Mas se você quer ter a sua casa própria, o consórcio é o melhor caminho a se tomar.

Que tal planejar ainda hoje o seu futuro? Saiba mais sobre o Consórcio de Imóveis Rodobens!

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