Veja como funciona a amortização de financiamento imobiliário
Explore esse artigo
- O que é amortização no financiamento imobiliário e como funciona?
- Quais são as vantagens de amortizar o financiamento?
- Quais são os principais sistemas de amortização?
- SAC ou Price: quais são as diferenças?
- SAC ou Price: qual sistema de amortização escolher?
- Como usar a carta de crédito do consórcio para amortizar o financiamento?
- Conclusão
A amortização de financiamento imobiliário é como um atalho para chegar mais rápido à tão desejada liberdade financeira, pois permite que você "pule" etapas no seu financiamento — o que vai reduzir o tempo total do contrato e também o valor que você pagará no final.
Quer entender como isso funciona na prática?
Vamos explicar tudo de forma simples, com exemplos que mostram como você pode economizar dezenas de milhares de reais com algumas estratégias inteligentes.
Boa leitura!
O que é amortização no financiamento imobiliário e como funciona?
A amortização é o processo que faz a sua dívida diminuir de verdade. Pense no seu financiamento como um grande bolo (o valor total que você pegou emprestado).
A cada mês, você paga uma fatia desse bolo (a parcela), mas essa fatia tem dois ingredientes principais: os juros e a amortização.
No início do financiamento, a fatia é composta principalmente de juros — que são altos. No país, a taxa média de juros cobrada pelos bancos chegou a 42,3% ao ano em janeiro de 2025.
Isso explica por que, nos primeiros anos, parece que sua dívida não está diminuindo: o pagamento das parcelas é dedicado tanto aos juros quanto à amortização do valor real da sua dívida.
Quais são as vantagens de amortizar o financiamento?

Cada real antecipado pode valer o dobro ou até triplo em economia se você aprende a buscar estrategicamente a amortização do financiamento imobiliário.
Veja como isso se transforma em benefícios reais:
- A economia de juros pode realizar outros objetivos financeiros em médio e longo prazos — como a reforma do imóvel ou mesmo uma viagem dos sonhos;
- O dinheiro aplicado como amortização pode encurtar a quitação do seu financiamento em meses ou mesmo anos — tempo suficiente para se dedicar a mais objetivos (como se preparar melhor para a aposentadoria, o que acha?);
- Com planejamento, você pode focar mais em segurança financeira, como uma reserva em caso de emergências ou a perda do emprego.
Quais são os principais sistemas de amortização?
Escolher o sistema de amortização do financiamento é como selecionar o combustível para uma longa viagem: cada tipo tem características próprias que vão determinar o desempenho do seu "veículo" ao longo dos anos.
No Brasil, dois sistemas dominam o mercado imobiliário, cada um com sua lógica matemática e impacto direto no seu bolso. Veja quais são!
Sistema de Amortização Constante (SAC)
No Sistema de Amortização Constante (SAC), o peso financeiro é maior no início, mas vai ficando mais leve conforme avança. Funciona assim:
- Amortização fixa: todo mês, você paga exatamente a mesma quantia para reduzir o saldo devedor;
- Juros decrescentes: como os juros incidem sobre o saldo restante, eles vão diminuindo com o tempo;
- Parcelas em queda: sua prestação começa alta e vai reduzindo gradualmente.
Vamos usar um exemplo para que fique mais claro: em um financiamento de R$ 400.000 com prazo de pagamento de 30 anos a 9% ao ano, você paga mais na primeira parcela — R$ 3.633 (R$ 1.111 de amortização + R$ 2.522 de juros) —, mas esse valor é bem reduzido na última parcela — R$ 1.120 (sendo R$ 1.111 de amortização e mais R$ 9 de juros).
Sistema Francês de Amortização (PRICE)
Aqui, a lógica é diferente: parcelas fixas (o mesmo valor do primeiro ao último pagamento) com uma capitalização variável. Por exemplo, no início, até 80% da parcela são juros; no final, quase tudo é amortização.
Isso, em geral, traz mais previsibilidade porque facilita o planejamento financeiro familiar. De acordo com o mesmo exemplo que usamos acima, todas as 360 parcelas serão no valor de R$ 3.218.
A diferença é que, nos primeiros meses, o pagamento da amortização é inferior, e as últimas parcelas são quase que inteiramente dedicadas à amortização.
SAC ou Price: quais são as diferenças?
Esses dois sistemas geram impactos financeiros radicalmente diferentes ao longo do tempo. A tabela abaixo mostra o contraste direto:
| Critério | SAC | PRICE |
|---|---|---|
| Formato das parcelas | Decrescentes (altas no começo) | Fixas (mesmo valor sempre) |
| Juros totais | Menores (economia 15-25%) | Maiores (custo adicional) |
| Esforço inicial | Exige maior capacidade no início | Mais suave no começo |
| Melhor para | Quem espera aumento de renda | Quem precisa de previsibilidade |
Ou seja: em média, com o SAC, após 1/3 do prazo, você já pagou cerca de 45% do total devido. No PRICE, no mesmo período, deve pagar cerca de 25-30%.
SAC ou Price: qual sistema de amortização escolher?
A decisão ideal depende de um diagnóstico financeiro pessoal. Faça essas 3 perguntas:
1. Sua renda tende a aumentar nos próximos anos?
- Se sim, opte pelo SAC (as parcelas pesadas virão quando você estiver ganhando mais).
- Se não, PRICE (evita aperto no orçamento futuro).
2. Você planeja ficar no imóvel por muitos anos?
- Se sim, SAC (economia de juros é significativa).
- Se não, PRICE (menos risco se precisar vender antecipadamente).
3. Consegue pagar parcelas 20-30% mais altas no início?
- Se sim, SAC (retorno financeiro maior).
- Se não, PRICE (protege seu fluxo de caixa).
Existe, ainda, a estratégia híbrida: alguns bancos permitem começar pelo PRICE e migrar para o SAC depois — o melhor dos dois mundos para quem espera crescimento profissional, por exemplo.
Como usar a carta de crédito do consórcio para amortizar o financiamento?

Algumas administradoras de consórcio permitem que você utilize a carta de crédito para amortizar ou até quitar um financiamento imobiliário. Essa estratégia pode ser inteligente para:
- Reduzir o saldo devedor e, consequentemente, os juros acumulados;
- Antecipar a quitação do imóvel, encurtando o prazo do financiamento;
- Negociar melhores condições com o banco, já que parte da dívida já estará paga.
Se você já tem um consórcio contemplado, vale a pena consultar as regras da sua administradora para ver se essa opção está disponível.
Agora, se você ainda está planejando comprar um imóvel, o Consórcio Rodobens pode ser a melhor opção para evitar os juros altos do financiamento tradicional.
Entre as vantagens, destacamos que você não encontrará juros abusivos (você paga apenas taxas administrativas), terá flexibilidade para escolher o prazo e valor das parcelas conforme seu orçamento.
E ainda, você pode antecipar a sua contemplação por meio de lances e, assim, comprar o imóvel antes do fim do plano.
Quer conquistar seu imóvel sem depender de financiamentos bancários? Conheça o Consórcio de Imóveis Rodobens e comece a planejar seu futuro hoje!
Conclusão
A amortização do financiamento imobiliário é uma estratégia poderosa para economizar milhares de reais e quitar sua dívida mais rápido.
Seja pelo SAC ou PRICE, antecipar parcelas ou fazer amortizações extras pode transformar sua vida financeira.
E se você quer evitar os juros altos desde o início, o Consórcio Rodobens é uma alternativa inteligente e acessível para conquistar seu imóvel sem sustos no orçamento.
Dê o primeiro passo hoje mesmo!
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