Como sair do aluguel: estratégias e planejamento
O desejo de ter uma casa própria vai além do benefício de possuir um imóvel exclusivo para você ou sua família: também permite eliminar um custo mensal considerável do seu orçamento. Por isso, entender como sair do aluguel é imprescindível para garantir uma vida financeira mais tranquila.
Conquistar a casa própria tem os seus desafios, como a capacidade de se planejar financeiramente e poupar parte da renda para investir em um imóvel. Além disso, é importante estudar alternativas de crédito e outras modalidades de aquisição, como é o caso do consórcio.
Continue a leitura para conhecer as melhores dicas para descobrir como sair do aluguel — e descubra o motivo pelo qual tantas pessoas estão optando pelos consórcios!
Defina os objetivos
Antes de tudo, tenha foco e alinhe suas expectativas. Isso impede que você saia "atirando para todo lado" e estabelece uma série de atividades que você precisa cumprir para realizar o seu sonho.
Para facilitar a busca pelo imóvel ideal, comece respondendo a algumas perguntas:
- Tipo de imóvel: prefiro uma casa ou um apartamento? Um apartamento pode oferecer mais segurança e áreas comuns, como piscina e salão de festas, enquanto uma casa pode ter mais espaço e privacidade.
- Localização: quero morar perto do trabalho para evitar trânsito? Preciso de fácil acesso a transporte público? Se tiver filhos, há boas escolas na região?
- Tamanho e estrutura: preciso de um imóvel com quantos quartos? Um casal sem filhos pode priorizar um apartamento de dois quartos, enquanto uma família pode precisar de mais espaço.
- Estado do imóvel: prefiro um imóvel novo, pronto para morar, ou estou disposto a investir em uma reforma? Comprar na planta pode ser mais barato, mas exige paciência para esperar a entrega.
Responder a essas perguntas ajuda a traçar um caminho mais claro e evita frustrações durante a busca.
Descubra de quanto precisa
Independentemente do modo que você escolher para adquirir o seu imóvel — à vista, financiado, consórcio, entre outras opções —, será preciso se organizar financeiramente para descobrir de quanto precisa.
Uma forma prática de fazer isso é criar uma planilha de controle financeiro, registrando:
- Gastos fixos: aluguel, contas de água, luz, internet, supermercado.
- Gastos variáveis: lazer, compras ocasionais, assinaturas de streaming.
- Renda mensal: salário, freelas, rendimentos extras. Agora, defina um valor mensal para poupar. Exemplo: se o valor médio de entrada para um imóvel na sua cidade for R$ 50 mil, e você puder economizar R$ 1.500 por mês, em 33 meses (pouco menos de três anos) você já terá esse valor.
Porém, é essencial lembrar que o custo da compra não se resume apenas ao valor do imóvel. Há uma série de taxas e despesas que precisam ser consideradas para evitar surpresas e ter que correr atrás de mais dinheiro no último momento. Entre os principais gastos adicionais estão:
- **ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis) **: cobrado pela prefeitura, geralmente varia de 2% a 3% do valor do imóvel;
- Escritura pública: necessária para oficializar a compra, obrigatória para imóveis quitados. O valor depende do cartório e do estado;
- Registro do imóvel: essencial para transferir a propriedade oficialmente para o novo dono;
- Taxa de corretagem: em casos de intermediação por uma imobiliária. Somando todos esses custos, os gastos extras podem chegar a 4% a 8% do valor do imóvel. Colocar tudo na ponta do lápis desde o início ajuda a evitar imprevistos e garante que o planejamento financeiro seja suficiente para cobrir todas as despesas.
Siga o planejamento
No primeiro tópico, fornecemos algumas questões relevantes para nortear a sua busca por um imóvel próprio. Mais importante do que definir as suas preferências é seguir fielmente o planejamento proposto.
Para ter a certeza de que você está seguindo o planejamento, é preciso definir metas. Algumas sugestões de etapas para cumprir:
- Economize uma parte do seu rendimento mensal. Depois que você tiver definido o tipo de imóvel, a região e o valor total necessário, será mais fácil entender o montante que você precisa reunir a cada mês, de acordo com suas finanças;
- Reduza gastos desnecessários. Muitas vezes, temos alguns custos que nem mesmo reparamos, como um excesso de serviços de streaming e outras assinaturas mal utilizadas. Também é importante mapear os gastos obrigatórios e descobrir formas de atenuá-lo, como é o caso do uso da energia elétrica residencial;
- Considere mudar para um local com aluguel mais barato. Sim, o grande objetivo é conquistar a casa própria, mas a mudança temporária para outro imóvel pode ajudar a economizar;
- Considere transformar um hobby em uma renda extra, como a produção de conteúdo digital na horas vagas, a confecção de artesanato e até mesmo a exploração dos seus dotes culinários.
Vale lembrar que as metas podem precisar de ajustes — uma vez que estamos todos sujeitos a imprevistos, como a perda do emprego ou uma doença familiar. De qualquer modo, você colherá os frutos do período que dedicou a alcançar o seu objetivo principal.
Conheça as alternativas de crédito
Explore todas as alternativas financeiras que facilitem a aquisição da casa própria. Pesquise programas governamentais, por exemplo, como o Minha Casa Minha vida e outros planos oferecidos por instituições financeiras.
Ao conhecer todas as alternativas de crédito disponíveis do mercado, você poderá comparar as opções oferecidas e visualizar como elas se encaixam nas suas finanças, levando em conta a renda e os seus gastos obrigatórios.
Considere um consórcio
Recentemente, um estudo da ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios) apontou que os consórcios já contam com mais de 11 milhões de participantes no Brasil.
O consórcio de veículos leves lidera entre as modalidades, mas o imobiliário também apresenta números expressivos: 18,2% do montante de mais de 11 milhões, o equivalente a pouco mais de 2 milhões de pessoas.
Esses números atestam a confiança crescente dos brasileiros nessa modalidade. Isso se explica pelas inúmeras vantagens do consórcio de imóveis:
- ausência de juros — as administradoras de consórcios não cobram essa taxa dos clientes. No lugar dela, há a taxa de administração, que é geralmente menor que os juros tradicionais na compra de um imóvel parcelado;
- previsibilidade financeira — ao se unir a um grupo de consórcio, o cliente terá mais previsibilidade financeira. Afinal, ele entenderá o valor de cada parcela que deve pagar. Isso ajuda a organizar suas finanças e planejar os pagamentos.
- flexibilidade — ao ser contemplado e receber a carta de crédito, o consorciado terá flexibilidade na escolha de uma residência, desde que o seu valor corresponda à quantia recebida;
- lances — além do sorteio mensal em assembleias coletivas, o consorciado pode utilizar os lances. Basicamente, são ofertas de valores adicionais que ajudam a acelerar o recebimento do bem. Contudo, é importante lembrar que a aquisição do imóvel não cancela as parcelas pendentes. Ainda será preciso arcar com tudo o que foi determinado em contrato;
- vantagens fiscais — a taxa de administração cobrada pelas empresas organizadoras de consórcios é geralmente menor que o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e os juros cobrados por instituições financeiras, como bancos.
O Consórcio de Imóveis Rodobens oferece vantagens exclusivas. Um exemplo é o consórcio com parcela reduzida. Nele, você paga 30% a menos nas parcelas até a contemplação e pode encontrar residências a partir de mensalidades de R$ 366,61.
Agora que você descobriu como sair do aluguel, é importante seguir essas dicas para realizar o sonho de ter o seu próprio lar. Nesse sentido, o consórcio surge como uma opção econômica, que garante previsibilidade financeira para conquistar o seu imóvel.
Citamos algumas vantagens do Consórcio de Imóveis Rodobens, mas a verdade é que há outros benefícios tão atrativos quanto. Conheça melhor a nossa opção e faça suas simulações!
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